segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Monte Castelo




1 Coríntios 13.1-8a

Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver o amor,
serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine.
Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios
e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes,
se não tiver o amor, nada serei.
E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue
o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará.
O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana,
não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus
interesses, não se exaspera, não se ressente do mal;
não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade.
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba (...)


Amor é fogo que arde sem se ver

Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;

É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;

É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

Luís de Camões

2 comentários:

Rej Rivers disse...

Renato Russo...Brasilia! ahahehaehae
agora sobre Camoes soh lembro do Ziller falando q a gente devia ler....=/ ahhaahh

Pablo Feliciano da Silva disse...

essa música me lembra de uma outra do Falcão, chamada "Onde houver fé que eu leve a dúvida".

mto boa!

essa ai tb é legalzinha... :-P

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