segunda-feira, 29 de abril de 2013

O Maravilhoso Mundo dos Livros-Objeto

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Vocês já conhecem o livro-objeto?

Livro-objeto do artista Renato Alarcão

A ideia do livro-objeto transcende a ideia do livro em si, como conhecemos. Diferente dos livros tradicionais, estes são dotados de imensa expressão visual. Vão além do conteúdo literário: são verdadeiras obras de arte!
Os livros-objetos podem assumir qualquer forma, desde uma caixinha de fósforo até um pedaço de pão de forma, dependendo apenas da criatividade de seu criador. 
São produzidos em pequena escala, artesanalmente, e muitas vezes podem existir em apenas um único exemplar.


Livro-objeto "Dois Palitos", de Samir Mesquita.



Livro-objeto Pão, de Rosilene Fontes, 2007.

O livro-objeto também é para ser lido, mas de forma diferente. Possui uma interpretação que tende mais ao visual do que ao conteúdo literário, com imagens, desenhos, fotografias e colagem que remetem a ideias, histórias e sentimentos. Mas além de sua interpretação visual, alguns livros-objetos também podem conter palavras soltas, pequenas frases ou ainda pequenos textos, que se associam ao visual.



Fontes:

http://blog.zoomoo.com.br/2010/03/renato-alarcao-livro-objeto-e-ilustracao
http://rosifontes.blogspot.com.br/2011/01/livro-objeto-pao-2007.html






segunda-feira, 1 de abril de 2013

Coletivo Ócio

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Nada melhor do que juntar as suas caraminholas com as dos seus amigos! 

E foi isso que nós fizemos... 

Quatro amigos que se juntaram para escrever sobre o que viesse na cabeça e surgiu um novo blog, onde também estou escrevendo no momento.

Fica aí o endereço do Coletivo Ócio!

Espero que curtam! :)

Rua deserta

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imagem: http://www.panoramio.com

Tudo é tão quieto lá fora
Nenhum pio, nenhum ruído
Que possa nos perturbar

Um deserto imenso lá fora
Só o amarelo das luzes dos postes
Dos elétrons que zunem no ar

Tudo adormece lá fora
Nenhum ser vivo além de mim
Acordado para assistir o dia raiar

Tão frio e ermo lá fora
Aqui dentro o calor do seu sono
Que ressona pra me dispersar

Dá vontade de sair correndo
Ganhar essa rua que já é só nossa
Talvez de mais um cão ou dois

Não te dá vontade de gritar?
E ver todas as janelas da vizinhança
Acendendo uma por uma só pra espiar

E todo o caos urbano seria só nosso
Espólios da madrugada que já vai morrer
Sem ninguém pra nos vigiar

Talvez exista um gato ou dois
Que pule o muro e roce seu rabo peludo
Na sua pele morena, só pra

Tudo é tão distante lá fora
Antes do despertador tocar
Você sempre me abraça um pouco mais.

Leila Monteiro de Castro